Fruity Cherry Heart

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Red Seas Under Red Skies


Thiz the 2nd book of The Gentleman Bastards. Lynch starts right where he'd left the previous book, Locke and Jean going to Tal Verrar. Assuming other 'identities', the 2 gentleman bastards go for a High bet, stealing from the Sinspire, a gambling casino of sorts, that was 'thief proof', no one had ever cheated or taken a single coin, but ...Locke and Jean DID.

Remember the Bondsmage of Karthain?? They knew Locke and Jean were there, and Stragos the Ruler of Tal Verrar, had a 'job' for them, on an evening 'chat' the 2 thieves drank a fine wine...but the wine was poisoned, everything arranged by the bloody bondsmage, the poison was only to take effects after 30 days, that was all Stragos needed for the 'job' he had for them, after that if they succeeded, they would get the antidote

So, the 2 gentleman bastards see themselves as Pirates, Locke being the cap'ain.They start an alucinating adventure through the Sea of Brass, their ship was soon captured by Real pirates, but Locke and Jean made extraordinaire allies with the pirates.


Thiz was a great adventure, overwhelming I dare say, for they were crossed  and double crossed, everyone was lying, and you never know who is doing what to whom. At the end they kinda 'killed' Stragos, and got one antidote, Jean took it, Locke lied said he also had one, but he chose to save Jean. I am starting book 3, and Locke is dying.

Great descriptions, rich vocabulary, and a great adventure. Excelent book.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Os Pilares do Mundo


Este primeiro livro da trilogia, relata a história das bruxas de Sylvalan, pois o Inquisidor Adolfo, decidiu pôr fim às suas existências, por meio de torturas, e posterior assassínio por afogamento ou imolação. Ao mesmo tempo, o povo Fae, do reino mágico de Tir Allain, vê os seus reinos desaparecerem, sem qualquer explicação para o fenómeno.

Ari , a última bruxa de Brightwood, vê assim a sua existência condenada. Morag a Ceifeira (the reaper), a que conduz as almas para o Véu Oculto e membro dos Fae, consegue descobrir, que o desaparecimento dos caminhos para os reinos mágicos, tem a haver com a morte das bruxas, pois elas vivem em lugares Antigos, lugares Sagrados, que mantêm o caminho aberto para o reino dos Fae

 Ari é capturada por um fidalgo e entregue a Adolfo, é atada e deixada só numa cave, para pensar sobre os seus pecados e posteriormente confessá-los. Mas Ari é bruxa, tem o poder do Fogo e da Terra, consegue queimar as cordas, fugir e provocar uma derrocada que deixa a casa destruída.

O livro tem uma história razoável, o vocabulário é muito pobre, a tradução é das piores que li, ex. poço, eles escrevem posso??!!! e por aí fora..

A autora está fora do contexto da mitologia Celta, ora, não sendo este um livro 'futurista', no tempo dos clãs não havia ainda açúcar nem whisky, nem colégios internos. Acho que a autora não pesquisou o suficiente, para pelo menos dar um pouco mais de 'credibilidade' à história. Contudo, o tema é interessante e lê-se bem. Nota 3, bom -

quarta-feira, 23 de julho de 2014

O Nome do Vento


Os livros contam a história de Kvothe e da sua família de músicos , andavam de terra em terra cantando e tocando os feitos dos heróis e as lendas locais. Kvothe gostava de magia e alquimia, mas por traços do destino a caravana dos menestréis foi atacada e a sua família foi morta, Kvothe sobreviveu porque na altura tinha ido ao rio buscar água. A sua história continua num mundo enfadonho, que se prolonga por mais 3 livros, é repetitivo, monótono e sem interesse.


 Desde o seu ingresso na Universidade para aprender alquimia, até ao fim, Kvothe é mais um orfão mimado, que de humilde não tem nada, mas que de tudo sabe. Não entendo de onde vem a classificação 'Fantástico', porque nem a ação nem o enredo são 'Fantásticos'. Não há magia, não há cenários deslumbrantes, enfim não há nada.


Páginas e mais páginas de um enorme  vazio. Péssimo, pior que A Voz da J. Marillier.

Sr. Rothfuss, menos palha e mais, mas muito mais ação.

domingo, 20 de julho de 2014

A Lâmina ou Blade Itself


Este livro é o 1º duma trilogia brilhante. Blade Itself ou Lâmina, conta a história de Logen Ninefingers, guerreiro destemido e sobrevivente de várias guerras. Perdido, vagueia pela floresta onde fala com os espíritos que o guiam até Bayaz o chefe dos Maggi.

Adua, cidade principal do reino do Sul, onde Logen acaba de chegar até Bayaz, o Mago. Esta cidade é governada a ferro e fogo, tendo para fazer cumprir as ordens os Inquisidores, e o seu terrível chefe, Sand dan Glokta. 

O povo do Norte quer a Independência, faz-se presente na cidade de Adua para dar um ultimato. Entretanto nas Badlands, uma escrava guerreira tenta sobreviver aos invencíveis Eaters, que como o nome diz....
Está encurralada, sozinha não consegue escapar, mas aparece um estranho, Yulwei, que a salva, e a leva também a Bayaz. O que será que os Maggi estão a preparar? A Guerra com o Norte aproxima-se, Bayaz reuniu um grupinho de guerreiros assassinos...para quê???

Este livro foi uma Fantástica aventura,  muito original, a escrita é perfeita, tem muita ação, e variedade de personagens: Magos, monstros, guerreiros e soldados incapazes. Torturas horríveis levadas a cabo por Glokta,ele próprio, um ser horrendo, coxo, meio cego, e corcunda...

A não perder. Excelente em todos os sentidos.

P.S. Os Magi existiram mesmo, foram a primeira tribo a usar magia, de que a história tem conhecimento.
Esta tribo , era originária da Pérsia, o atual Irão.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Trilogia de Thomas Cale


A trilogia de Thomas Cale, leva-nos ao mundo dos  padres Redentores, cuja função é criar assassinos.
Os orfãos são trazidos ou comprados aos pais por um punhado de moedas, iniciando assim a sua aprendizagem. Desde tenra idade, conhecem os prazeres da fome, treino de armas,  tortura, espancamento e clausura.

Os sobreviventes são transformados em 'soldados de Deus'. Thomas Cale, Henri Vago e Kleist, destacam-se entre os sobreviventes com capacidades únicas para matar, pois não conhecem outro tipo de vida, matar é tudo o que sabem fazer, até ao dia em que veem Riba,( uma rapariga que um dos Redentores escolheu para retalhar ainda viva) gritar e contorcer-se em cima duma mesa de pedra.

Por alguma razão, acharam que aquilo estava mal, Cale não espera, e mata o redentor. A única solução é fugir, ou a morte é o castigo para o 4 jovens de 12/13 anos.

A sua fuga leva-os até Memphis, cidade principal e terra dos Materazzi, onde Cale mata em poucos segundos 2 dos maiores generais do exército Materazzi. Qual a penalidade?? Um jovem de 12/13 anos mata em poucos segundos dois dos maiores guerreiros Materazzi??

Cale e os outros 3 jovens entram assim para o serviço do Duque dos Materazzi, Riba como criada de Arbel Swan Neck, a beldade lá do sítio, e os outros como guerreiros. 

À medida que a história avança, Cale revela uma aptidão brilhante para a estratégia, e para matar, mas sendo só um pobre orfão, está no caminho de outros guerreiros nobres de nascença. Alguém lhe arma uma cilada, e põe Arbel no seu caminho, Cale fica perdido de amores pela beldade. A Guerra aproxima-se, Cale é uma máquina de matar, é Invencível, é a Ira de Deus manifestada, mas é traído...

Esta trilogia é uma excelente leitura, algo complexa, daí ter de ler-se pela ordem. Os personagens são originais, a história é diferente, tudo aqui é diferente, e no 3º livro, para mim o melhor, o autor dá uma volta de 360º à história. Recomendo esta trilogia. Excelente.


domingo, 13 de julho de 2014

Fome de Fogo

Este segundo livro continua o relato das várias personalidades de Victoria Bergman. Corpos continuam a aparecer, completamente desossados, paredes de casas pintadas com sangue, o assassino/a é implacável , incontrolável e desumano.
As colegas de Victoria, do colégio para meninas 'ricas', também são assassinadas, assim como os seus familiares, é um autêntico banho de sangue, a polícia tem algumas pistas, mas vão surgindo sempre mais imprevistos.
O procurador geral também esconde factos, esconde pedófilos,que vão sendo torturados e brutalmente assassinados. 

Os autores, conseguem aumentar o suspense, pois já não se percebe quem é Victoria Bergman. Serão 2,3 ou 4 personagens????


O 1° livro tinha a estrutura, o 2° desenvolve a ação a um ritmo alucinante, um personagem com várias personalidades, quem será? Como veem não consegui parar de ler.

 A história está muito bem orientada, sem falhas, e o enredo é muito original. Sem dúvida um triller ao mais alto nível.

 Uma trilogia a não perder.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

O Fim do Senhor Y


Já li este este livro há algum tempo, mas vim aqui dar a minha opinião, pois apesar de não ser conhecido é Excelente.


Ariel Manto, uma jovem estagiária, pretende acabar o seu doutoramento, mas para isso precisa de um livro....um livro que se encontra nos cofres da Alemanha, pois diz-se que quem o lê morre. Ela sabe que um dos professores da faculdade tem conhecimento do conteúdo do livro, mas estranhamente o senhor desaparece. Ariel gosta de ler e visitar velhas bibliotecas, e acaba por achar o precioso livro num canto de uma velha livraria. Compra-o e leva-o para casa. 


O livro tem uma fórmula, fórmula essa que permite viajar no tempo, saltando de mente em mente, podendo assim, alterar o futuro. Ariel não desiste , tenta arranjar os ingredientes, e consegue, consegue empreender numa viagem fascinante, pois Adam por quem está apaixonada, desapareceu também. 


O livro está excecionalmente bem escrito, e bem fundamentado, a história é arrebatadora, a viagem é alucinante e o fim um enigma. Se lerem o livro, depois respondam-me, o par está vivo ou morto???Nota máxima -  Excelente.


quarta-feira, 9 de julho de 2014

A Rapariga Corvo



A ação deste excelente thriller, desenrola-se à volta da descoberta de 3 jovens assassinados e mumificados. Os corpos apresentam também marcas de tortura extrema. 

Os autores apresentam os personagens de forma 'independente' e inédita, como se fossem histórias separadas e ao mesmo tempo interligadas. Temos então, a loura doida que tem uma parede falsa, onde esconde os jovens,a chefe de polícia, (Jeanette), a psicóloga, (Sofia) e claro Victoria Bergman( a rapariga corvo) a vítima molestada sexualmente pelo pai. Estas histórias são contadas no presente e no passado. Para os atentos, leiam bem a descrição física dos personagens, depois digam se não é fácil saber quem é....antes do meio do livro eu já suspeitava de quem era, o fim deste 1º livro veio confirmar a minha suspeita.

Depois destas mortes horrorosas, sucedem-se outras, para apagar os rastos, quem quer que seja, tem uma mente brilhante e doentia.  Esta 1º parte acabou, com a revelação de quem foi, o leitor sabe mas a polícia não.

O livro está muito bem escrito, é original, e mantém sempre o leitor na expetativa, pode parecer confuso, pois como disse anteriormente, os autores relatam, o passado e o presente. Nota 5. Muito Bom. Vou no fim de semana comprar o 2.

terça-feira, 8 de julho de 2014

O Olhar do Açor


A ação deste livro, tem lugar no séc. XV, na dinastia de Avis.Gonçalves Vaz, sua mulher Constance e a filha de  ambos (ou talvez não) Leonor vivem no palacete de Águas Santas, propriedade conhecida por ter umas termas 'mágicas' que tudo curam. Leonor tem como melhor amiga  e quase irmã Guida, uma negra a quem a família se recusa a chamar e a tratar como escrava.

 Leonor atinge os 16 anos, e seu pai tem a função de lhe arranjar um marido de origem nobre. Gonçaves Vaz conselheiro de D. João I (mestre de Avis) vai à corte e volta com um rapaz por quem Leonor se interessa de imediato . A partir daqui, começa a tragédia, o rapaz desaparece durante um passeio, e o mal instala-se no meio daquela família nobre. Tomás Rebelo, filho bastardo de D.João I e conselheiro de seu meio irmão D. Henrique, pretende apoderar-se de Águas Santas, ninguém sabe porquê. 

A sua vinda para uma visita ao palacete, torna-se num verdadeiro Inferno, Tomás Rebelo é a incarnação do Mal, um bruxo, um monstro, através dos seus poderes, consegue destruir Águas Santas e todos os que lá vivem. Leonor e Guida conseguem fugir,pois  não resta nada, apenas o fio com o nó eterno no pescoço de Leonor. Alguém lhes deu um nome....um tal de Açor, devem dirigir-se a Lisboa e tentar encontrar esse homem.....estão completamente sós no mundo...

Opinião: Neste livro S. Carvalho esmerou-se na história e na lenda. A escrita é fluente e rica em pormenores históricos, é original e cheio de ação, cada página virada é um enigma. Não tem falhas, está perfeita. Classificação MUITO BOM.

domingo, 6 de julho de 2014

A Voz - Shadowfell 3


Nesta última aventura Neryn e os rebeldes pretendem acabar com o reinado de Keldec. A Voz (assim é conhecida a jovem orfã) precisa ainda da sabedoria da Dama Branca e do Senhor das Sombras. Lá torna a partir, e o livro é só isto, páginas e páginas duma viagem aborrecida, enfadonha, onde nada acontece. Este foi o pior livro escrito por J. Marillier. 


Parece escrito às pressas, falhou na continuação da história anterior. A imaginação e originalidade não estão presentes. A maneira como conta a história não tem nexo, custa a acreditar que este livro saiu das mãos da escritora da trilogia Sevenwaters.



 Aqui o padrão mudou para AB, duas partes, casa e viagem. Gostaria de colocar a 3° letra mas não posso, a história ficou inacabada.


 A batalha foi no fim do livro, mas continuo a dizer, não teve acção, foi uma cena descabida, pobre e desleixada. Os leitores ficam sem saber Como aconteceu, pois a Voz de Neryn, tal como a de Esten (a voz do mal) não se ouviram, o tal de Chamamento foi em Silêncio. Lá apareceram os good folk, numa batalha muito confusa, numa história mal amanhada, ou mal concebida, onde tudo acontece nas últimas páginas, e como se não bastasse, a história ou melhor, o fim dela, fica ao vosso critério, pois Alba ficou sem rei, Neryn e Flint casaram após terem-se visto 3 ou 4 vezes, e partiram para a Ilha da Bruxa. O que aconteceu depois aos rebeldes, aos subjugadores etc ninguém vai saber.

Escrita-pretty bad, originality - bad, none.

Nota final 1* - Muito fraca

Curiosidades - A escritora menciona em muitos dos seus livros, que os antigos, usavam o ferro como 'proteção', contra o mal, os espíritos etc. Ora sob o ponto de vista científico, o Ferro 'mata' a luz, se pegarmos em vários pedaços de ferro, e os atirarmos para dentro do Sol, o nosso Sol explode.