Sun 3

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Lady Midnight

Cadáveres de todos os tipos aparecem em L.A. com um tipo de escrita demoníca desconhecido para os Shadowhunters. Emma afirma com toda a certeza que é o mesmo assassino dos pais, pois reconhece os tais símbolos pintados nos corpos. 
A jovem tenta descobrir algo sobre o assunto nos shadow markets, o que é ilegal...

Estreei-me nesta autora e a estreia não foi auspiciosa, o livro é aborrecido e a escrita apresenta pormenores irrelevantes. Vou começar por 'embirrar' com as criaturas que por lá aparecem...os Fae, carambas os Fair Folk????? Como é  que estes povos da mitologia Irlandesa e britânica lá foram parar??? Elfos, a viver em pleno L.A. seriously???????
A escrita parece muito padronizada, obedece a um certo esquema, não achei original,pareceu-me um episódio do CSI L.A. para ser sincera. O ritmo é lento, a autora dá preferência ao tal romance lamechas, que não interessa a ninguém, e ação propriamente é quase nula. 

A protagonista Emma é estranha, nunca consegue fazer nada sozinha, tem sempre que ser salva, isto é que é ser a maior shadowhunter lá do sítio??? Depois lá vem o triângulo amoroso, com sexo gay à mistura, a sério??? isto é um YA??? 
A história não vale nada, a escrita também não. 2 estrelas

quinta-feira, 31 de março de 2016

The Truth Is a Cave in the Black Mountains

Esta é a história de um anão que pretende viajar até às montanhas negras. Mas para isso precisa de um guia, Calum MacInnes, que afirma que as montanhas estão enfeitiçadas, e que portanto pode indicar-lhe o caminho mas não pode chegar lá perto. O anão diz que sim, e lá vão....

O que posso dizer??? Pouco, é uma história de terror, esta sim, esta tem mortes macabras, e é no mínimo magnífica. É Gaiman, não posso adiantar muito. A escrita é perfeita, a estrutura é perfeita, o vocabulário é perfeito e o tal twist a la Gaiman é de tirar a respiração. 10 estrelas

Gregor a Segunda Profecia

Após a família se ter reunido,( o pai de Gregor  voltou para casa depois do cativeiro na Subterra), foi agora a vez de Boots ter desaparecido, as baratas vieram reclamá-la , levando-a pelo túnel escondido de Central Park.

Mais uma bonita história de S. Collins, que não desaponta. A escrita é perfeita e mantém sempre o tal 'suspense', ou seja, o leitor tem sempre vontade de voltar a página pois a trama é viciante. A história é simples mas muito bem estruturada, o vocabulário é igualmente  simples mas as frases estão muito bem construídas, pelo que se torna uma escrita inteligente, pois tem que chegar ao público infantil/juvenil.

Uma história original, que dá para 'espairecer' dos calhamaços de 600 páginas. A mensagem da autora é sempre muito positiva e leva-nos a um submundo do imaginário. 4 estrelas

A court of Thorns and Roses


Feyre, vive com o pai e duas irmãs num barraco na terra dos mortais, perto dali existe a 'parede', uma muralha que impede humanos de viajar para os reinos  dos Fae e vice-versa.Porém, no vilarejo onde vivem, há relatos de populares, que afirmam ter visto criaturas da terra dos Fae, criaturas fora do alcançe das armas dos mortais. Feyre tem de caçar para sustentar a família, estão em pleno inverno e sem nada para comer. 

Consegue caçar um veado, mas para isso teve igualmente que matar um lobo gigantesco....quando chega a casa, a família tem uma visita do ' outro mundo', Feyre tem que pagar pelo que fez, matou um Fae.....o preço é a vida dela....


Depois de ler a série Trono de Vidro, julguei que esta leitura fosse inferior, mas não, cada livro de Maas, é uma surpresa maravilhosa. Pegando no conto; A bela e o Monstro, a autora conta-nos uma história maravilhosa e original, tendo como pano de fundo , o povo Fae (elfos) e os seus respetivos reinos; reino do Dia, da Noite, da Primavera, do Verão, do Inverno e do Outono. A escrita é fluida e magnífica, as descrições são aqui mais pormenorizadas do que na série Trono de Vidro, a trama é fabulosa, os personagens são deslumbrantes (goooo Rhysand). A trama é narrada pela autora e só tem um plot. O leitor entra literalmente no livro. Cada página virada é uma surpresa ou um twist, a personagem principal tem uma progressão brutal, (o que é e no que se vai tornar), o ponto alto do livro é o fim... não me posso alongar mais. Foi FABULOSO. 5 estrelas (porque não posso dar mais).

sábado, 26 de março de 2016

The Lovely Bones

O meu sobrenome era Salmon, tal como o peixe; primeiro nome , Susie. Tinha 14 anos quando fui assassinada no dia 6 de dezembro de 1973...

Um thriller contado pela criança morta. Com uma escrita magnífica, a escritora consegue  contar este crime hediondo, de uma forma original e bela. Pois a protagonista, conta a sua história do Céu. 
Uma narrativa deslumbrante, cativante e rica, são 3 adjetivos pobres para descreverem este livro maravilhoso. A autora conseguiu, através do acto horrível  de violação e assassínio, enviar uma mensagem de paz , harmonia , amor e justiça. Um livro que não consegui parar de ler. 5 estrelas





Glass Sword

Mare Barrow e os rebeldes escaparam pelo comboio subterrâneo, vão agora tentar refazer as defesas e reaver os restantes novos-sangue.Chegam finalmente ao santuário, mas será que estão em segurança??

Foi uma sequela Fabulosa, cheia de ação e mistério, a autora provou que é uma excelente contadora de histórias, elevando a fasquia deste segundo livro. A escrita é bonita e tem qualidade. A introdução de novos personagens com novas habilidades é brilhante, contudo...preparem-se leitoras, para chorarem lágrimas amargas...:(.

O ritmo continua rápido, e as surpresas sucedem-se, o ponto alto é o fim do livro, que me deixou de rastos, até 'tou' admirada de não me ter dado um enfarte. A sério, não leiam pah, vão ficar de rastos ....no mínimo.
O personagem Maven, é diabólico, mas é o meu favorito (goooo Maven), pronto é desta que me matam. Não posso adiantar mais nada. 5 estrelas ( pois não posso dar mais)


Traveller

Após a batalha travada dentro da nave Traveler, Quin e Shinobu, conseguem escapar, com muitos ferimentos. Abrem um buraco no espaço e viajam até Hong Kong, onde vivem as suas respetivas mães. Mas o pai de Quin continua vivo, tenta matar a própria filha, mas é mal sucedido e entao manda segui-la. Quin e Shinobu, descobrem que quem os anda a seguir é um bando de miudos, têm a aparência de Dreads, mas não o são. 

A sequela de Seeker foi um pouco dececionante, por alguma razão, este segundo livro não manteve o suspense do livro anterior. Aqui, a autora tem vários plots, o de Katherine, mãe de John,os miúdos Dread, Maud, Quin, Shinobu e ainda John. Por vezes a narrativa torna-se um pouco monótona. A qualidade da escrita também é inferior ao livro anterior, o que achei estranho, no mínimo. No entanto , os mistérios revelados foram muito interessantes, mas a autora deixou tudo para o fim, não houve 'espaçamento' de aconrecimentos, o que torna sempre a trama monótona e aborrecida. 3.5 estrelas