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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Nefertiti


Nefertiti, um histórico ao mais alto nível. Quando olhei para o nome, Michelle Moran, pensei que a autora era francesa, pois é sabido que eles são os melhores a escrever sobre o Egito, quando li a biografia vi que me tinha enganado, a autora era americana, nascida na Califórnia...pensei na asneira que tinha feito ao comprar o livro. Começei a ler e só parei no fim. Sinceramente, um histórico, riquíssimo em pormenores , eu diria quase impossíveis, pois não há nada sobre a 18ª dinastia egípcia, parece ter sido apagada dos registos históricos. 

O Faraó Amenhotep IV, (conhecido por Akhenaton), sucede a seu pai no trono do Egito com 18 anos de idade, tem já uma esposa Kya, mas como manda o protocolo e por questões de alianças estratégicas é suposto casar com a filha de um nobre, Nefertiti (a bela que chegou), de 14 anos de idade, dotada de uma beleza rara.E foi amor à primeira vista, logo o destino os juntou e uniu para a eternidade. Kya era a 1ª esposa, mas Akhenaton relegou-a para 2º lugar. O novo Faraó tinha um grande plano, acabar com os falsos deuses egípcios, e adorar só UM, Amun o Sol. Muda a capital para Amarna, sempre apoiado por Nefertiti, o que começa a levantar ódios por parte dos sacerdotes e generais, pois o jovem casal quer Paz e Prosperidade. Começa então uma trama para acabar com o Akhenaton.

Um livro tem descrições deslumbrantes, pormenores de excelência,é rico em vocabulário da época faraónica e uma história arrebatadora. Nefertiti, Akhenaton e as 5 filhas de ambos tiveram um triste Fim. Até aos dias de hoje, não foram encontrados nenhuns restos mortais deste faraó e raínhas, só uns rabiscos nas pinturas de parede e o busto de Nefertiti, que se encontra num museu alemão. Foi um histórico Excelente.

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